Ouça mais música.terça-feira, 21 de julho de 2009
Quarto mandamento
Ouça mais música.quinta-feira, 9 de julho de 2009
Quarto mandamento...
Não julgue pela primeira aparência...quinta-feira, 2 de julho de 2009
Terceiro mandamento
Ela é sem juízo...
Dinheiro ninguém quer dar à ela não, mas esse tal de juízo... rs*
Ela estava vivendo como se fosse o último dia. Literalmente se jogando nas coisas e oportunidades que lhe apareciam.
Seja um corte de cabelo, uma volta de moto...
Quer um exemplo?
Esses dias ela 'saiu' pra almoçar.
- Sobremesa, senhora?
- Sorvete.
Mas não há nada que a deixe mais frustrada do que pedir sorvete de sobremesa...
Contar os minutos até ele chegar e aí ver o garçom colocar em sua frente
uma bolinha minúscula do meu sorvete preferido.
Uma só.
E o pior, quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa!
Tem base??
Aí a vontade que dá é de passar nas americanas, comprar um litro de sorvete bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação. (talves quando tiver uma geladeira...)
...
O sorvete é só um exemplo do que tem sido o seu cotidiano (e o de muita gente!).
A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca, de aventuras pela
metade.
A gente sai pra jantar, mas come pouco.
Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons e a tão esperada "luta" pelo buquê.
Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta.
Quer beijar aquele cara mais novo, mas tem medo de fazer papel de ridículo.
Tem vontade de ficar em casa vendo um DVD, esparramada no sofá, mas se obriga a ir malhar.
E por aí vai...
Tantos deveres, tanta preocupação em 'acertar', tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação...
Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente sem-graça, enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem tesão...
Às vezes dá vontade de fazer tudo 'errado'. Deixar de lado a régua, o compasso, a bússola, a balança e os 10 mandamentos.
Como ela anda fazendo...
Sendo ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a seu respeito.
Recusar prazeres incompletos e meias porções.
Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou e disse uma frase
mais ou menos assim:
'Deus, dai-me continência e castidade, mas não agora'...
Ela, que não aspira à santidade e esta aqui de passagem, pode (deve?) desejar várias bolas de sorvete, bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo, o coração saciado...
Um dia ela cria juízo.
Um dia...
Não tem que ser agora.
Por isso, garçom, por favor, traga à ela:
> Dez bolas de sorvete de flocos;
> um sofá de três lugares pra ela ver 10 episódios do 'Smalville' seguidos;
> uma caixa de trufas bem macias e...
> o Richard Gere, nu, embrulhado pra presente!
OK?
Não necessariamente nessa ordem...
Depois ela vê como é que faz pra consertar o estrago.
^^
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Comoção mundial
Pronto. quarta-feira, 24 de junho de 2009
Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ VeRsOs SiMpLeS Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ
Um parêntese aos mandamentos...
Ela havia escrito o começo desses versos a um tempo atrás mas... esquecido dentro do armário da cozinha ficou. Esses dias ela mexendo, lá encontrou um pedaço de papel com ele escrito.
Terminou e hoje tem um certo 'sentido' em posta-lo...
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A alguns anos, um par fitou-me
E com ele vieram palavras, abraços e carinho.
E durante um bom tempo deixou-me
Encantada e sempre sorrindo.
Foram dias, meses e anos
Acostumando com a intensidade de seu brilho
Junto dele vinha som e encanto
E uma quentura quase abrigo.
Foram promessas, sonhos e planos
Jurados em comum acordo
Mas algo de errado entrou no meio
E o que era brilho se transformou em choro.
A tristeza, melancolia e solidão
Foram vividos por muito tempo e em vão
A desilusão era tamanha
Que outro par ela não queria não!
Foram quedas e perdas ela tivera
Até entender que Deus sabe de todas as coisas
E, em meio ao choro e desespero
Eis que aparecia a luz da salvação.
Era a mesma cor com outro formato
Tudo nesse era diferente
A fala, o time e as mãos
O abraço o boné e os dentes.
Enquanto ficava sem vê-los
Os antigos a rondava
Bastava sair de casa
E os via ou noticias escutava.
Mas bastou ver de novo o brilho diferente
Uma paz dentro dela se alojou
Mas ao olhar para o lado e mais a frente
O antigo brilho nos dela encontrou.
O antigo estava diferente
E o novo não a desfocava
Desconsertada ela ficou
E talves um pouco rosada...
Tanto um quanto o outro se foram
O antigo pra não sei onde, e o novo pra qualquer outro dia
O coração dela não se sentia dividido
E por nada disposto a retornar ao vivido.
Entre esses dois brilhos verdes
Muitos outros brilhos aparecem
Marrons, azuis e negros
E daqueles que nada a engrandecem.
E enquanto o novo brilho não volta
Fica ela na esperança
Dias melhores virão
E aquele brilho verde na lembrança!
